Wamp A Espera De Seu Amado Imortal
Minha garganta sedenta Do sangue já sinto o gosto, Circular em minha boca Já sinto mudar meu corpo trasfigura-se meu rosto Não sou mais a mesma me tornei outra. Todas as mudanças estou em metamorfóse milenar Minha fome e sede desejo saciar está tudo tão diferente... Sinto sede Sede de sangue corrente Corrente em veias, artérias... Em um monstro me transformei? Ou continuo sendo apenas alguém... Alguém a vagar pelas vias escuras, Onde ei De fazer mais uma vitima É um alimento que não me sacia Pois só quem essa fome pode aplacar É meu amado que ainda estou a procurar Meu amante das sombras Companheiro eterno das noites Alimento completo de corpo alma sexo e sangue Mas agora tenho que continuar Enquanto meu amado não vem Sairei toda noite solitária Para inocentes vitimas fazer E estas descobrirão antes da noite terminar O pesadelo que os fará tremer. Invadirei sonhos, invadirei mentes Morderei de todos os punhos Cada vez mais ferozmente. Serão noites de terror E vitimas ao acordar Todos soltarão gritos de horror Quando a noite se aproximar. Não terei dó nem piedade tenho que continuar... Até meu prometido chegar.
( Wamp )
- Quem Fala é: Wamp lá pelas: 23h48
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Wamp Chama...
Sei que deixaste a janela aberta propositalmente... Daqui, sentada à beira de tua cama, Vendo teus olhos mentirosamente fechados, Leio o movimento das cortinas Mãos que me chamam E eu vim... Atravessei as ruas pouco iluminadas E nada mais me interessou... nenhum outro ser Para receber o sim da vida e da morte Que te ofereço sem retorno com dor Mas te prometo, com prazer. Posso ouvir tua voz no quarto pouco iluminado E quem poderia supor que agora estou ao teu lado Nesta noite eloquente e nem um pouco silenciosa? Se fossem mais atentos, Poderiam até me ouvir, nos ouvir Mas a falta da dimensão poética, os fez surdos E tenho de agradecer-lhes.. Preciso de ti... Teu sangue não é apenas um alimento, Mas você... meu banquete de corpo e alma. Irei drená-los e serás escravo de minha presença Assim como serei ao infinito dos meus dias Que podem durar semanas, meses, segundos. Romperei as tradições beberei teu samgue Me dirá no primeiro chamado como me esperavas Não apenas nas noites, mas nas longas manhãs; O meu nome sei que tens sorvido com volúpia Em cada letra, em cada suspiro, em cada arrepio de minha chegada Por isto me chamaste nesta noite quase quente Quase silenciosa. vejo tua face Eram outros olhos, Mas a respiração descompassada era a mesma. Mas te enganas se pensas que não desejo Mais que a pele macia que cobre tua jugular E nem teus olhos fechados podem supor. A porta do quarto encontra-se fechada E pouco a pouco os sons de fora vão morrendo, As luzes artificiais vão apagando. Estamos sós... Te moves preguiçosamente pela cama Os olhos ainda pedindo para serem despertados Ofereces-me a nuca... as costas nuas Os cabelos e ao aproximar-me devagar, Nosso sonho começa onde o nada principiou. Nada a descrever ouse com o sangue do desejo, E quando o sol me expulsar, Sei que escreverás teus capítulos Num pequeno relato sêmen de poesia. Concede-me tua história eu que não tenho história, Não que não haja tentado eu, sem humanidade Sem humildade de querer a eternidade Que teu corpo másculo relata Serei o destino a se crer nele. Quis assim! cronista de tua história vampiresca E desejar minha presença Como o primeiro sangue Que percorre veloz pelas veias, O primeiro gole de um vinho O primeiro alguém que valeu a pena ser lembrado Mas que morre sem piedade. Sou enfim teu presente A vida nestes segundos no teu quarto Na contagem que chega ao final e ao início de ti mesmo; E lembra, não esqueças de deixar sempre a janela aberta.
( Wamp )
- Quem Fala é: Wamp lá pelas: 19h19
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VAMPIRA
Vampira Ando na noite, sozinha Vestindo uma capa preta por baixo ... Só nada vermelho No peito não bate nenhum coração
Vagando em busca de sangue Sorrindo, aos débeis moribundos Não, nada de sangue sujo... Quero um corpo cheiroso Que pulse no corpo sangue quente E, volúmpia em brasa...
Que tenha cheiro de sangue Que a masculinidade seja evidente... Que o gosto de homen venha Junto e ápós a mordida... Saltando gotas na boca A ligua lambendo...
Meu tu serás Pra todo o sempre E não mais vagarei sozinha... Pois tu serás meu amante Nesta vida sem vida que vive de vidas Morte
(WAMP)
- Quem Fala é: Wamp lá pelas: 19h17
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